quinta-feira, 30 de julho de 2015

O que pode ser esse tal de Umbrella Corps?


Quem é fã de Resident Evil sabe muito bem que a cada evento de games, surgem rumores e mais rumores envolvendo a franquia. Estamos próximos da Tokyo Game Show e Gamescom desse ano, e boatos envolvendo um novo título “pipocam” pela internet, porém um deles está ganhando muita força – Resident Evil: Umbrella Corps é a aposta da vez.

Se você estava em coma nas últimas semanas e não sabe do que estou falando, vou te situar. No início do ano, a empresa Super Data deixou escapar que um novo jogo da franquia chegaria ainda esse ano; todos ficamos esperando por algum anúncio grandioso na E3 desse ano, que aconteceu em julho, mas infelizmente, a Capcom deixou o evento passar em branco, tendo apenas alguns consoles para testes do já anunciado Resident Evil 0: HD Remaster. Mas para a nossa alegria (e nervosismo), a Capcom registrou no Japão e na Europa a marca “Umbrella Corps” e não temos conseguido dormir direito desde então.

Afinal? O que pode ser esse Umbrella Corps?

O que ninguém quer


Existem rumores rolando por  fóruns como o NeoGAF que afirmam que o título será um game para tablets e smartphones voltado para a ação no estilo visto em Resident Evil: Operation Raccoon City (que morte horrível). Há quem afirma ainda, que será um título free to play ou MMO.

Vale salientar que a palavra “Corps” não é uma abreviação de “Corporation” como muita gente acha; ela remete a formações militares como a U.S.S. e a U.B.C.S..

O que queremos


Como o título insinua, teremos esquadrões militares especializados da Umbrella, e com isso, podemos esperar um título de ação. Por mais que o gênero não seja o preferido dos fãs de Resident Evil, seria muito bacana ver um game com história bem amarrada ao passado da franquia, que feche alguns buracos e conte alguns fatos já conhecidos por outra perspectiva.

Para ser sincero, seria legal ver um “Operation Raccoon City” feito da maneira correta: um shooter em terceira pessoa com jogabilidade fluída, multiplayer bem trabalhado, uma inteligência artificial (ao invés da “burrice artificial” de ORC), gráficos equivalentes aos padrões da nova geração de consoles e não seria pedir demais uma Raccoon City em mundo aberto com todas as localidades dos primeiros jogos e eventos novos que acrescentarão ao cânon da série, não é mesmo?

Indo mais longe, e querendo até demais, não seria impossível fazer um título de Survival Horror envolvendo as tropas militares da Umbrella. Temos uma cidade infestada de armas biorgânicas mortíferas em Raccoon City, e não é difícil imaginar um universo em que os inimigos não deixem cair balas e suprimentos médicos ao serem derrotados, e agentes mais fortes que seus opressores. Na real, poderia ser perfeito, englobando todas as características de um bom TPS citados no parágrafo acima.

Na pior das hipóteses


Por mais que boas ideias surjam, elas não são nada se não forem bem executadas. Jogos como os Outbreaks e o já citado Operation Raccoon City, não foram bem recebidos pelo público pela falta de qualidade em aspectos técnicos, e por sua motivação fraca.

Por mais que os Outbreaks sejam bons jogos, eles eram considerados até pouco tempo, spin offs não cronológicos, e todos sabemos que quando é assim, a Capcom é a primeira a não investir pesado na divulgação de títulos menores do que os numerados e spin offs cronológicos. Eles são a frente de seu tempo – levando em consideração que quase ninguém finalizou o game da maneira que deveria ter sido feita: jogando online. As limitações do PlayStation 2 foram as responsáveis pela pouca popularização e execução precária da ideia original.

Operation Raccoon City é um caso a parte. Quem não se lembra dos trailers fantásticos que saíam junto das novas informações extremamente empolgantes do título que mostraria a série através de outros ângulos com eventos reimaginados não cronológicos? Com certeza, ele tinha tudo para ser um sucesso, mas a Capcom errou em deixar um título de peso nas mãos de uma empresa não muito conhecida (Slant Six), e adiantar seu desenvolvimento para o lançamento precoce de Resident Evil 6. Resultado: bugs, bugs, jogo sem enredo, bugs, personagens fracos ou skins que atiram simplesmente, bugs, AI e inimigos porcos, bugs e eu já citei os bugs?

Se a Capcom pretende trazer um spin off não cronológico cheio de reimaginações e novos elementos, que ela faça isso com qualidade e estima trazendo todos os elementos e aspectos técnicos que um jogo precisa para ser bom.

Na melhor das hipóteses


Já que vamos voltar ao passado, porque não recontar alguns fatos apresentando novos arcos? Em Resident Evil: Revelations 2, Alex Wesker foi apresentada e nada sabemos sobre seu passado e nem a sua influência na Umbrella Corporation. Será que a vilã arquitetou mais planos que ainda não sabemos? Esse seria o ensejo perfeito para revelar novas conspirações.

Seria uma boa oportunidade, também, para trazer de volta o tão amado Hunk e seus mistérios envolvendo suas missões para a corporação.

Poderia até seguir estilo da série “Chronicles” – um jogo de tiro em primeira pessoa sobre trilhos – poderia até se encaixar no rumor de que o jogo será para plataformas móveis. Mas caso houvesse lançamento para os consoles, o gênero se adequaria muito bem, visto que a geração atual oferece diversos recursos de interatividade.

O inesperado


As apostas são altas! Muitas pessoas esperam que se trate de algo relacionado a Resident Evil 7 ou o tão sonhado remake de Resident Evil 2 e Resident Evil 3: Nemesis. Mas e você? O que acha que a Capcom está aprontando? Vamos nos juntar e que a roda de especulações comece!

Via: REVIL

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