segunda-feira, 29 de junho de 2015

Plants vs Zombies Garden Warfare 2: Testamos o novo game na E3 2015


Plants vs Zombies Garden Warfare 2 é um dos novos games da Electronic Arts. Lançado para PS4, Xbox One e PC, o título continua o sucesso do primeiro, onde os jogadores entram em times online de plantas e zumbis para duelarem em grandes arenas, com as mais diversas classes. O jogo de ação foi testado durante o Microsoft Showcase. Confira as nossas impressões.

Agora quem ataca são as plantas

O principal inimigo em Plants vs Zombies Garden Warfare 2 é a facção das plantas. É claro que os dois lados participam de uma mesma guerra, mas o jogo coloca os zumbis como “coitadinhos”. Neste caso, espere por novas classes em nos dois lados, além de formas inéditas de atacar.

Uma das surpresas que encontramos no lado dos zumbis foi o Super Brainz, uma espécie de Superman capaz de soltar raios pelas mãos e voar curtas distâncias. Ele também é mais forte e resistente, porém, não é imortal. O controle continua particularmente divertido, com a câmera sempre em terceira pessoa, ainda que nem todas as unidades usem tiros para atacar.

A variedade de unidades, aliás, é um dos pontos altos desse novo capítulo. Há, pelo menos, cinco para cada lado, com mais possivelmente reveladas ao longo dos próximos meses, já que o título sai apenas em 2016. O destaque fica realmente para o lado dos zumbis, apesar das plantas terem algumas unidades inéditas criativas, como a laranja que é ágil e ataca com rajadas de seu suco.


Apenas multiplayer

Infelizmente, Plants vs Zombies Garden Warfare 2 continua apenas com o modo multiplayer, ainda que tenha um modo solo previsto. No teste, só pudemos conferir as batalhas em equipes, por mais que tenha sido limitado a apenas quatro jogadores, ou seja, uma equipe bem reduzida em relação ao que o jogo comporta, com oito para cada lado.

Outras novas unidades zumbis que controlamos foram o Z-Mech, uma espécie de “Titã zumbi” que vem do céu e ajuda o Imp, o pequeno zumbi, a usar armas de fogo mais pesadas e outros elementos de ataque podem devastar hordas de plantas que vem ao seu encontro.

O modo solo não estava disponível, mas o que pudemos apurar dele com os representantes da empresa é que, mesmo sozinho, o jogador vai aproveitar missões que envolvem os mesmos cenários do multiplayer, com os mesmos inimigos, sem muita variação. De fato, é apenas uma pequena desculpa para te permitir jogar sem a Internet, já que no primeiro isso não era possível.


A diversão é o ponto alto

O que não faltou em nossas rápidas partidas no controle dos zumbis, aliás, foi o bom humor. O jogo continua com a veia cômica forte e deve agradar quem sempre curtiu esse importante ponto da série Plants vs. Zombies.

Os gemidos dos zumbis, o barulho das plantas, as caras e bocas que as duas facções fazem: está tudo lá e bem reproduzido com um visual 3D e não mais 2D, como era no Plants vs. Zombies tradicional. Os gráficos também seguem em bom nível, apesar de não apresentarem evolução tão grande quanto a que foi vista no primeiro game.

Via: TechTudo

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