sábado, 19 de janeiro de 2013

Jogo da Semana – The House of The Dead: Overkill Extended Cut

O Dia-Z apresenta essa semana o jogo: The House of the Dead: Overkill Extended Cut, lançado originalmente para o Nintendo Wii, é um jogo de tiro sobre trilhos, trazendo agora a mesma experiência do console da Nintendo, porém com gráficos melhorados e em alta definição, além de suporte ao controle de movimento da Sony, o PS Move.


The House of the Dead: Overkill Extended Cut, é um convite aos fãs dos shotters e de filmes no estilo trash. Prepare-se para muito sangue, pedaços de corpos voando pela tela, cabeças estourando, palavras de baixo calão, gritos, grunhidos e muitos zumbis/mutantes querendo transformá-lo na próxima refeição. Tudo isso ambientado em um cenário bem trash de filmes "B", que são parodiados no jogo do começo ao fim. Você que gosta de apontar sua arma (PS Move) para a tela da TV, sem precisar controlar o personagem de um lado para o outro (on rails), apenas se preocupando em detonar um monte de mortos-vivos, vai gostar de encarar Overkill, que é o melhor lançamento da franquia The House of the Dead.

História

The House of the Dead: Overkill Extended Cut conta os eventos ocorridos antes do primeiro jogo da série de arcade The House of the Dead, da SEGA (é mais um resultado daquela ideia de contar uma história e depois mostrar o que veio antes). De qualquer forma, ainda temos como protagonista o já conhecido pelos fãs, Agent G, que está em sua primeira missão após sair da academia da agência secreta internacional AMS. Os acontecimentos que decorrem disso o levam a encontrar e fazer parceria com o debochado detetive Washington, que adora abusar da palavra f**k e suas variações. Os dois formam uma daquelas duplas improváveis, mas que acabam dando certo. De fato, a interação entre eles é bem divertida, o que nos rende várias cutscenes engraçadas.

O local da trama é Bayou City, uma pequena cidade do interior, comandada na maior parte por donos de plantações e pelo criminoso, e vilão da história, Papa Caesar, um cientista maluco − algo que não poderia faltar nessa história tão estereotipada.

Personagens


Podemos dizer que tudo na história de The House of the Dead: Overkill Extended Cut gira em volta de cinco personagens principais:

Agente “G”: Chamado apenas de "G", é inexperiente (ao menos nesse jogo), mas altamente treinado e mortal. Ele se graduou como primeiro da sua classe na academia AMS. Suas investigações pessoais sobre o sumiço de uma série de pessoas o levaram até a porta de Papa Caesar.

Isaac Washington: Beberrão e mulherengo, é um policial local de Bayou City que não gosta de obedecer às regras. Investigando a morte de seu pai, também policial, ele vai parar na mansão do criminoso cientista maluco Papa Caesar, onde ele se encontra com o agente “G”.

Varla Guns: A mais atraente stripper de Bayou City, é irmã do gênio cientista Jasper Guns, que acabou morto pelas ações malignas, mais uma vez, de Papa Caesar. Ela se junta mais a frente na história à dupla inicial, em busca de vingança pela morte do irmão.

Candy Stryper: é a personagem nova acrescentada à versão estendida do PS3, que participa do jogo em duas fases completamente inéditas. Ela trabalhava no mesmo estabelecimento que Varla Guns e resolve se juntar a ela após saber da morte de seu amante: o Dr. Jasper Guns, irmão de Varla.

Papa Caesar: Finalmente, o famigerado médico louco, que forçou o irmão de Varla a criar um estranho componente com poderes mutantes que ele usa, com a ajuda do criminoso local Warden, para transformar os inocentes habitantes de Bayou City em zumbis.

Jogabilidade

Em Overkill, a SEGA fez questão de trazer aquilo que tornou The House of The Dead um sucesso absoluto nos fliperamas. O jogador possui munição infinita e deve acabar com horda após horda de zumbis e criaturas estranhas que infestam a tela o tempo todo. O lema aqui é ser rápido no gatilho e matar antes de ser morto.

A desenvolvedora, porém, fez algumas adições à fórmula de maneira a torná-la mais profunda e interessante nos consoles. Um sistema de combos premia os jogadores mais precisos com multiplicador de pontos, que aumentam a cada disparo bem sucedido. Itens espalhados pelo cenário ativam um efeito de slow motion, auxiliando o jogador na coleta de outros objetos ou permitindo uma mira perfeita.

Ainda, há extras espalhados por todas as fases que, quando coletados, habilitam itens nas galerias de áudio, imagens ou conceitos abandonados. Tal característica incentiva o jogador a prestar mais atenção nos cenários e a jogar todas as fases mais de uma vez para habilitar todos os prêmios.

O modo história é feito por sete episódios, se passando em locações como trem, hospital e em um carnaval, todos com características de um filme do gênero grindhouse. Depois de terminar o modo história, o jogador desbloqueia o modo "Director's Cut" o qual possui novas partes de cenários, inimigos e continues ilimitados. O jogo também possui três mini-games para até 4 jogadores. Mais uma vez, o modo cooperativo multiplayer é disponibilizado, desbloqueado ao completar o modo "Director's Cut".

Mini-Games

Outra pedida muito bacana são os mini-games, aonde até quatro jogadores podem participar ao mesmo tempo da luta contra monstros mutantes, e claro, quanto mais gente melhor. São três opções:

Money Shoot II: um verdadeiro parque de diversões retrô, onde se deve simplesmente atirar contra os alvos e desviar de bombas.

Staying Alive: os participantes devem sobreviver ao ataque de dezenas de zumbis pelo máximo de tempo que puderem.

Victim Support: vítimas desprotegidas estão sendo atacadas pelos mutantes e os jogadores, que não podem ser alcançados pelos monstros por estarem a uma distância confortável, devem tentar proteger a todos.

Curiosidades

O mais profano da história: Em março de 2009, The House of the Dead: Overkill (Wii) foi o primeiro jogo a receber o prêmio por bater o recorde de palavrões num mesmo jogo. A condecoração foi dada pela versão Game do Guinness Book. 189... Este é o número de vezes que a palavra f**k (rima com pato em inglês) foi repetida, em suas mais diversas variações. Isso equivale a mais de uma repetição por minuto nas três horas de diálogo. Cerca de 3% de tudo que foi dito no game. Provavelmente 90% saiu da boca do Detetive Washington, que deve falar uns três f**k a cada cinco palavras. Mas como a intenção dos produtores foi justamente fazer uma paródia com os filmes ¨B¨, que também não pegam leve na linguagem, manter essa quantidade de palavrões foi a pedida mais certa.

Ficha Técnica

Desenvolvedora: Headstrong Games
Publicadora: Sega
Series: The House of the Dead
Plataforma(s): Wii, PlayStation 3
Gênero(s): Rail Shooter (tiro sobre trilhos)
Modos de jogo: Single Player / Multiplayer
Mídia: Wii Optical Disc, Blu-Ray

Imagens










Trailers





Gameplay:



Via: Sega

5 comentários:

  1. Nossa, a Sega ainda não criou vergonha na cara pra abandonar de vez essa canastrice? Não é a toa que começou a afundar a botas de chumbo... ferrou seus consoles, ferrou seu mascote (bem na bunda hein sonic!)e se continuar a meter os pes pelas maos, jaja ferra o pouco que sobrou de respeito no nome Sega (o que de repente pode acabar sendo uma coisa boa, ai pelo menos acabam essas "sacadas de mestre").

    ResponderExcluir
  2. Tem gente que de boca calada é um poeta... para de falar (escrever) merda Jambo... vc nem deve ter jogado esse jogo pra inicio de conversa... moleque igual a vc só querem saber de jogos de RPG e luta...ou então futebol e os "Call of Duty" da vida... não tem respeito ou não sabe quem foi a SEGA no passado ?????

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Lógico que sei quem foi a sega no passado, por isso que disse o que falei. E voce, do alto de suas suposições vem derramando merda pela boca (dedos) se achando o tal só por saudosismos de uma era que passou. Conheço a Sega desde o Master, ja joguei de tudo que ela produziu, quer em arcades, consoles domesticos ou mesmo emulação então, não venha falar besteiras. Quanto a CoD, é uma merda mesmo, e quanto a rpgs e luta, quanto voce sabe do meu gosto pra saber o que eu jogo ou não? Por isso escrevi que em respeito ao passado dela, a Sega ou deveria fechar as portas ou voltar a fazer algo que preste, porque esse filho bastardo de Resident Evil com CoD não tem a minima graça.

      Excluir
  3. Esse jogo é muito massa! já o joguei um milhão de vezes no wii e não enjoa...é muito divertido e engraçado. é bem o estilo filme B mesmo.
    Legal lançarem para o ps3 agora, pelo que vi tem fases novas mesmo...e os gráficos em hd ficaram muito bons (no wii eu já achava bonito, para esses do ps3, surpreenderam).
    Agora, triste é ver essa criançada que nunca jogou arcade na vida, só conhece Call of Duty e vem aqui falar bobagem contra uma empresa incrível como a Sega, que não pretende formar soldados ou metidos a soldados, mas trazer diversão e ENTRETENIMENTO.

    ResponderExcluir
  4. Joguei num wii emprestado anos atrás, e agora que tenho um wii tô querendo comprar esse jogo. Muito phoda mesmo!

    ResponderExcluir